Sucesso de público, peça O Vendedor de Sonhos retorna a Belo Horizonte no Grande Theatro do Cine Brasil

O Grande Theatro Cine Brasil (Grande Theatro Unimed BH) recebe no dia 16 de agosto (sábado) às 20h o espetáculo “O Vendedor de Sonhos”, a adaptação do best-seller para o palco é do próprio autor Augusto Cury e recente versão conjunta com O elenco é formado por Mateus Carrieri, Milton Levy, Adriano Merlini, Fernanda Mariano, Bruno Sperança e Guilherme Carrasco. Os ingressos estão sendo vendidos pelo Eventim.

A trama conta a história do personagem Júlio César (Mateus Carrieri), que tenta o suicídio e é impedido de cometer o ato por intermédio de um mendigo, o Mestre (Milton Levy), que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história. Juntos, convidam Bartolomeu (Adriano Merlini), um bêbado boa-praça para a missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. Mas a revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.

O livro O Vendedor de Sonhos já foi traduzido para mais de 60 idiomas e também virou filme – e é a primeira obra de Augusto Cury (o psiquiatra mais lido no mundo atualmente) a receber uma adaptação para o teatro. “Ver os atores interpretando no palco os personagens que eu construí nas mais diversas situações estressantes em que eles passaram, levando o espectador a fazer uma viagem para dentro de si mesmo para encontrar o mais importante endereço que poucos encontram, o endereço em sua própria mente, é de fato um grande prazer”, conta Cury.

Como nasceu a adaptação do livro para o teatro
A ideia de transformar o livro “O Vendedor de Sonhos” para o teatro nasceu durante a realização das palestras do Dr. Augusto Cury, pela Applaus, com direção de Luciano Cardoso, com mais de 33 anos de experiência nos cenários musical e das artes. “Um dia, após uma palestra, o Augusto me disse que sonhava em ver a obra dele no cinema e me convidou para produzi-la. Eu vinha percebendo que estava em franca expansão a questão de as pessoas discutirem as suas emoções, em especial um tema muito delicado, que é a prevenção ao suicídio, infelizmente algo crescente em nossa sociedade. E sabendo da relação muito próxima de atores e plateia, o que poderia ser positivo para que tocasse as pessoas, como vem ocorrendo pelo Brasil afora e até no exterior, acreditamos. O retorno que todos nós recebemos e o impacto positivo que a obra gera, é realmente muito gratificante”.

Sinopse
Baseado no best-seller homônimo de Augusto Cury. Na trama, o personagem Júlio César tenta o suicídio, e é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o “Mestre”, que lhe vende uma vírgula, para que continue a escrever a sua história. Juntos, convidam Bartolomeu (Adriano Merlini), um bêbado boa-praça para a missão de vender sonhos e despertar a sociedade doente. A revelação de um passado conflituoso do Mestre pode destroçar a grande missão do Vendedor de Sonhos.

Serviço:
Sucesso de público, peça O Vendedor de Sonhos retorna a Belo Horizonte no Grande Theatro do Cine Brasil
Data: 16 de agosto de 2025.
Local: Cine Theatro Brasil (Grande Theatro Unimed BH)
Horário: 20h
Endereço: Av. Amazonas, 315 – Centro, Belo Horizonte – MG
Valores: PLATEIA 1 Inteira | R$140,00 | Meia R$70,00
PLATEIA 2 Inteira | R$120,00 | Meia R$60,00
Ingressos: EVENTIM

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Em 1840, ela se casou, a contragosto do pai, com Robert Schumann. O casal teve oito filhos entre 1841 e 1854. Nesse período, Clara realizou cento e cinquenta concertos. Após o casamento, dedicou-se a promover a música de Schumann, deixando de compor e passando a corrigir as peças produzidas pelo marido. Em 1854, Robert se internou em um hospital psiquiátrico, onde faleceu dois anos depois. Pouco antes de sua internação, a família desenvolveu uma relação de proximidade com Johannes Brahms, com quem Clara manteve amizade após o falecimento do marido. A pianista realizou uma série de turnês e, ao final da vida, também voltou-se para o ensino em uma escola em Frankfurt. Ao longo de sua vida, deixou uma série de composições, incluindo peças orquestrais – entre elas um concerto para piano –, música de câmara e solos de piano. 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Participa da política de difusão da música sinfônica promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos da Liberdade – Sinfônica ao Meio-Dia e Sinfônica em Concerto –, Concerto nos Parques, Concertos Comentados e Sinfônica Pop, além de integrar as temporadas de óperas realizadas pela FCS. Mantém permanente aprimoramento da sua performance executando repertório que abrange todos os períodos da música sinfônica, além de grandes sucessos da música popular. Ligia Amadio é a sua atual regente titular e diretora musical. FUNDAÇÃO CLÓVIS SALGADO – Com a missão de fomentar a criação, formação, produção e difusão da arte e da cultura no estado, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música erudita e popular, ópera e teatro constituem alguns dos campos onde se desenvolvem as inúmeras atividades oferecidas aos visitantes do Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais – e Palácio da Liberdade, espaços geridos pela FCS. A Instituição é responsável também pela gestão dos corpos artísticos – Cia de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais –, do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart). A Fundação Clóvis Salgado é responsável, ainda, pela gestão do Circuito Liberdade, do qual fazem parte o Palácio das Artes, Palácio da Liberdade e a CâmeraSete. Em 2021, quando celebrou 50 anos, a FCS ampliou sua atuação em plataformas virtuais, disponibilizando sua programação para público amplo e variado. O conjunto dessas atividades fortalece seu caráter público, sendo um espaço de todos e para todas as pessoas

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