“Super Mario Bros: O Filme” é uma divertida volta à infância para matar saudade

Crédito da foto: Universal Pictures

Animação ultrapassa o marco de US$ 1 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo em 2023

 

A mais divertida animação do ano. Acho que essa é a melhor definição para “Super Mario Bros – O Filme”, que está em cartaz em várias salas de cinema de BH e Região Metropolitana nas versões dublada e legendada. E o sucesso com o público pode ser conferido com a bilheteria ao redor do mundo: a produção foi a primeira de 2023 a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão.

E merece ser assistida especialmente por aqueles que um dia jogaram os videogames deste baixinho invocado de bigode, macacão e boné vermelhos e sua turma.

Uma ótima diversão para todas as idades. Dá vontade de chegar em casa e pegar o Nintendo para matar a saudade. Uma grande jogada de marketing da fabricante do game.

A produção tem a participação de Shigeru Miyamoto, criador do personagem, e Chris Meledandri, fundador da Illumination (estúdio responsável pela franquia “Meu Malvado Favorito – 1 a 3”, “Minions”- 2015 e “Minions 2: A Origem de Gru” – 2022).

Com 92 minutos de duração, o filme apresenta bem os principais personagens dos jogos, especialmente Mario. Entrega uma história que permite, até mesmo quem nunca jogou os games do herói e suas variações, entender a importância de cada um.

 

Crédito da foto: Universal Pictures

A história

Em “Super Mario Bros: O Filme” temos o protagonista, um ítalo-americano baixinho que nunca desiste de uma tarefa. Com ele são apresentados também o irmão Luigi, a princesa Peach, o pequeno cogumelo Toad, o gorilão marrento Donkey Kong e o vilão apaixonado Bowser.

Os irmãos montam seu próprio negócio de conserto de encanamento no bairro do Brooklyn, em Nova York, onde vivem com a família. Um acidente acaba levando os dois para um outro mundo, separando-os em reinos diferentes.

Mario vai para o Reino dos Cogumelos (vegetal que ele detesta comer), um lugar muito colorido, cheio de criaturas fofinhas, comandado pela Princesa Peach. Lá ele conhece também o falante Toad.

Luigi dá azar e cai no Reino das Sombras e acaba preso por Bowser. Com seu exército de Koopas, o vilão quer dominar todos os reinos, especialmente o de Peach. Para impedi-lo, a princesa se une a Mario e Toad e vai em busca de ajuda no Reino dos Gorilas, onde estão os maiores e mais fortes guerreiros.

Dublagem de brasileiros é excelente

Na versão original, as vozes dos dubladores são tão famosas quanto seus personagens: Chris Pratt (Mario), Jack Black (Bowser), Anna Taylor-Joy (Princesa Peach), Charlie Day (Luigi), Seth Rogen (Donkey Kong) e Keegan-Michael Key (Toad).

Mas o elenco de dubladores brasileiros supera as vozes originais e encantou fãs e produtores. Raphael Rossatto faz a voz de Mario; Carina Eiras é Peach; Manolo Rey (Luigi); Marcio Dondi (Bowser); Eduardo Drummond (Toad); Pedro Azevedo (Donkey Kong); Leo Rabelo (Rei Cranky Kong) e Rodrigo Oliveira (o mágico Kamek).

Se já não bastasse a dublagem, ainda temos cenários perfeitos, como um grande game, seguindo fiel as artes da Nintendo. O diretor ainda insere personagens conhecidos de outros games, como Donkey Kong. E ainda brinca com easter eggs e referências a séries como “Round 6”.

É ação do início ao fim, com muita aventura e diálogos divertidos. Imperdível para quem curte videogames e também quer um bom programa em família ou com amigos. Agora é esperar a continuação, anunciada nas duas cenas pós-créditos.

Ficha técnica:
Direção: Aaron Horvath e Michael Jelenic
Produção: Nintendo, Illumination Entertainment, Universal Pictures
Distribuição: Universal Pictures Brasil
Exibição: nos cinemas
Duração: 1h32
Classificação: livre
País: EUA
Gêneros: animação, família, aventura, comédia, ação

 

Texto:

Maristela Bretas 

 

 

 

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