Volume de Serviços cresce em julho e impulsiona investimentos nos Transportes

Com expansão de 0,5% em julho sobre junho, Serviços têm a 3ª alta consecutiva
Foto: Divulgação

O IBGE divulgou dados do volume de Serviços no Brasil em julho, que cresceu 0,5% sobre junho. É o terceiro resultado positivo consecutivo do indicador, período em que acumula alta de 2,2%. O setor de Serviços está 12,8% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 0,9% abaixo de dezembro de 2022 (auge da série histórica).

Dentro do setor, uma das atividades que mais se destacaram foram os transportes. No caso dos transportes terrestres, julho registrou alta de mais de 13% sobre o mesmo período do ano anterior, dados que são sentidos – e comemorados – pelo aplicativo de transporte urbano Lady Driver. “Esse aumento é real, notamos que com a volta do trabalho presencial nas empresas, a demanda cresceu bastante e além do público que usa nosso app no deslocamento para o trabalho, temos as crianças também, as pessoas estão conhecendo e usando muito mais o serviço da Lady Kiddos, onde transportamos crianças acima dos 8 anos que vão para a escola, cursos, shopping, etc”, conta Gabryella Correa, CEO da empresa.

Sobre julho de 2022, o avanço do volume do setor de Serviços chega a 3,5% em 2023, é a 29ª taxa positiva seguida. Houve altas nas cinco atividades de divulgação e em 50% dos 166 tipos monitorados. E novamente, entre os setores, o de Transportes exerceu a principal contribuição positiva sobre o volume de Serviços.

Gabryella destaca que esse aumento de demanda tem impulsionado também a procura pelas licenças para o app funcionar pelo país. Hoje, a Lady Driver já tem negócios em mais de 300 cidades, sendo que a operação está ativa em 80 delas. “Por causa desse aquecimento do setor, estamos animadas com a expansão do negócio em 2024. A ideia é chegar em 400 cidades brasileiras até o fim do ano e ainda iniciar a expansão internacional, começando pela América Latina”, revela.

O setor de serviços é o que mais emprega no país e mesmo com todo este aquecimento, ele ainda é o único que ainda não superou o patamar pré-pandemia devido ao forte impacto que sofreu.

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